Violência contra Criança

 

Hoje foi noticiado na RBS TV que um empresário estava no motel com duas meninas menores de 18 anos. Essas notícias estão muito comuns, as pesquisas apontam de a violência destinada a meninas é elevada, geralmente o agressor é do sexo masculino e na maioria dos casos o agressor não vem de uma rua escura como um estranho que puxa uma arma, a violência está no seio familiar. Uma pesquisa da UFGRS do departamento de Psicologia apontou que as crianças que são abusadas sexualmente levam em média de um ano para denunciarem seus agressores e a hipótese é medo da represária dos mesmos e também porque acreditam, que não serão escutadas. 

Este fenônemo é denoninado Síndrome do Segredo os abuso sexuais são mantido em segredo, devido as braganhas doa busador e aos sentimentos de vergonha da vítima.

O fim da violência sexual depende do relato das vítimas e das pessoas próximas que descobrem esses fatos, a constituição prevê a denúncia nestes casos.

Sabe-se que quanto mais tempo demora-se para denunciar mais tal questão trará consequências psíquicas, socias, físicas, emocionais e comporamentais na vida dessas crianças que são violadas sem conseguir dar um destino para tamanha violência.

Enquanto profissionais e pessoas da comunidade precisamos estar atentas pelas sutilezas que as crianças estão nos mostrando.

por Maria Luiza Pacheco

Denúncias sobre casos de violência contra crianças aumentam no Estado

Para a GPCA, o apoio de diferentes instituições da sociedade é o que faz com que as pessoas que denunciam esse tipo de crime se sintam mais seguras

Da Redação do pe360graus.com

O número de crianças vítimas de violência sexual aumenta a cada ano no Estado de Pernambuco. A única forma de combater este tipo de crime é a denúncia. No ano passado, a delegacia especializada na Região Metropolitana, a Gerência de Polícia da Criança e do Adolescente (GPCA), atendeu 635 casos de violência sexual contra crianças e adolescentes. 

Só no mês de janeiro deste ano foram contabilizados 69 casos. De acordo com o delegado da GPCA, Jorge Ferreira, o número aumentou não porque o crime esteja mais comum, e sim porque amigos e parentes das vítimas estão com coragem de denunciar.

Ainda segundo o delegado, o que tem impulsionado o aumento das denúncias é o apoio que as pessoas que querem denunciar recebem atualmente. “Apoiados por alguns órgãos de defesa, instituições assistenciais e pela própria imprensa, os familiares dessas vítimas se sentem encorajados a recorrer à polícia e à justiça para fazer valer os seus direitos”, afirmou o delegado.

De acordo com a advogada Karla Ribeiro, coordenadora do Projeto Defesa, que atende crianças e adolescentes vítimas de violência no Centro Dom Hélder Câmara, a denúncia pode ser feita mesmo quando ainda não há a certeza sobre o crime. “O próprio Estatuto da Criança e do Adolescente deixa claro que em casos de suspeita, a pessoa tem que ser denunciada”, esclareceu a advogada.

Os casos, depois de denunciados, são investigados. “Uma vez acontecendo de descobrir indícios de veracidade daquela denúncia, ela desce para a delegacia para ser investigada em forma de inquérito”, explicou o delegado. 

COMO DENUNCIAR?

Para denunciar casos de violência sexual contra crianças e adolescentes a pessoa não tem que se identificar. Quem mora no Sertão ou no Agreste pode ligar para o número (81) 3719.4545, na Região Metropolitana o telefone do Disque-Denúncia é o (81) 3421.9595.

Denúncias sobre casos de violência contra crianças aumentam no Estado

Para a GPCA, o apoio de diferentes instituições da sociedade é o que faz com que as pessoas que denunciam esse tipo de crime se sintam mais seguras

Da Redação do pe360graus.com

O número de crianças vítimas de violência sexual aumenta a cada ano no Estado de Pernambuco. A única forma de combater este tipo de crime é a denúncia. No ano passado, a delegacia especializada na Região Metropolitana, a Gerência de Polícia da Criança e do Adolescente (GPCA), atendeu 635 casos de violência sexual contra crianças e adolescentes. 

Só no mês de janeiro deste ano foram contabilizados 69 casos. De acordo com o delegado da GPCA, Jorge Ferreira, o número aumentou não porque o crime esteja mais comum, e sim porque amigos e parentes das vítimas estão com coragem de denunciar.

Ainda segundo o delegado, o que tem impulsionado o aumento das denúncias é o apoio que as pessoas que querem denunciar recebem atualmente. “Apoiados por alguns órgãos de defesa, instituições assistenciais e pela própria imprensa, os familiares dessas vítimas se sentem encorajados a recorrer à polícia e à justiça para fazer valer os seus direitos”, afirmou o delegado.

De acordo com a advogada Karla Ribeiro, coordenadora do Projeto Defesa, que atende crianças e adolescentes vítimas de violência no Centro Dom Hélder Câmara, a denúncia pode ser feita mesmo quando ainda não há a certeza sobre o crime. “O próprio Estatuto da Criança e do Adolescente deixa claro que em casos de suspeita, a pessoa tem que ser denunciada”, esclareceu a advogada.

Os casos, depois de denunciados, são investigados. “Uma vez acontecendo de descobrir indícios de veracidade daquela denúncia, ela desce para a delegacia para ser investigada em forma de inquérito”, explicou o delegado. 


Contos Infantis: a busca por um resgate simbólico

 

A vida moderna e a falta de tempo dificultam a comunicação entre pais e filhos.Diante de tal cenário, as crianças podem apresentar sintomas( p. ex. agressividade, enurese noturna, hiperatividade, entre outros) que, ao chegar na adolescência, tais sintomas que pareceriam inofensivos, transformam–se em manifestações de agressividade, violência auto e heterodirigidas e comportamentos adictivos( abuso de substâncias psicoativas como álcool e drogas).Tais comportamentos poderiam ter tido uma outra conotação se tivessem a possibilidade de representação simbólica dos conteúdos destrutivos na infância através da experienciação nas mais variadas traduções simbólicas que as histórias infantis permitem quando narradas.

Os contos infantis convidam a criança  a exercitar suas capacidades imaginativas e, também através dos heróis e vilões se deparam com temores, conflitos e enigmas. Diante desse movimento de integração entre história e o leitor, o limite do conto, é ultrapassado pelo efeito que tem no psiquismo infantil. O trabalho imaginativo dos contos estimula a expressão da fantasia, dos sentimentos e atitudes da criança.

A hora do conto além de ser uma atividade lúdica pode ser entendida como um momento de troca entre adultos e crianças, um momento único que precisa ser incentivado nos cenários familiares e escolares. Um gesto pequeno que fortaleceria as relações com a sociedade e poderia diminuir os altos índices de violência e drogadição, presentes no cenário atual.

Diante de tal questão os pais precisam estar atentos a comportamentos apresentados por seus filhos que podem estar causando prejuízos sociais, escolares e de relacionamento.

O trabalho do psicólogo clínico é ativar a memória e a imaginação através do recurso das narrativas infantis, acionar desejos e fantasias, assim, na medida em que é trabalhado em psicoterapia os elementos ansiogênicos que habitam o imaginário da criança, como medos, desejos, amores e ódios, é possível resgatar um sujeito que pode estar adormecido em um cenário sem a fantasia e o enigma dos contos de fadas.

 

Por Maria Luiza Leal Pacheco

Psicóloga, Especialista e Mestranda em Psicologia Clínica.

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BRASIL, Sul, SANTA MARIA, Mulher, de 26 a 35 anos